Quando se fala em Big data e Data Driven, é comum associar os termos a diversos aparatos tecnológicos e empresas do mesmo ramo. Contudo, os dados estão por toda a parte, independentemente do segmento. A gestão em agronegócio associada à  inteligência dos dados é um dos exemplos de como é possível unir tecnologia e informação em prol de qualquer objetivo, em diferentes áreas. Nesse caso, a gestão em agronegócio, mesmo que de forma empírica, já utiliza muitos dos dados coletados no dia a dia para tornar os resultados cada vez mais competitivos. Mas como isso é possível?

 

Atualmente, existe um modelo em que a parte estratégica, os analistas de dados e outros profissionais envolvidos com a criação e correlação de informações, cresce em proporção maior que o operacional. Todavia, esse aumento ocorre sem deixar a parte mais mecânica de lado. As duas frentes caminham juntas para que a inteligência de dados se torne uma ponte para o futuro.

 

Sabendo que a gestão em agronegócio evolui com o auxílio de diferentes ferramentas tecnológicas. Plínio Nastari, presidente da Datagro, traz sua experiência prática para a conferência Data Driven Brasil e conta como o segmento foi crescendo desde as formas mais rudimentares até chegar ao que hoje é considerado inteligência de negócio. É possível acompanhar de forma abreviada, como as pessoas passaram a fazer com que os dados colaborassem  dentro de suas produções. Desde o início das suas atividades até os tempos atuais, no qual existem tecnologias para mineração e geração de informação decisória. Confira abaixo uma síntese do pensamento de Plínio Nastari sobre gestão em agronegócio alinhada ao data driven.

 

Inteligência para Agronegócio

 

O agronegócio está relacionado com ferramentas desde o começo de sua história. Plínio Nastari, traz o exemplo do primeiro ferreiro que, em 1837, cansado de consertar arados primitivos, notou que era preciso criar um ferramenta nova, que não grudasse mais no solo. Desde então, houve o uso da energia, da biomassa até a máquina a vapor. “Recentemente, entramos numa nova fase, a da utilização dos dados e inteligência”, afirma. O cruzamento de dados dentro do agronegócio está criando uma nova estrutura de organização, onde o operacional está sendo substituído por analistas e cientistas de dados. Para ele, o maior objetivo com o uso de dados e tecnologia para negócios, é produzir de forma mais sustentável, relacionado com o modo de vida moderno. Para alcançar isso, é necessário colecionar dados, analisar e criar uma inteligência com foco na área.