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Instituições financeiras: monitore riscos de grupos de interesse

Instituições financeiras: monitore riscos de grupos de interesse

Além da necessidade de aumentar a carteira de clientes, as instituições financeiras precisam se prevenir contra o risco de movimentações fraudulentas. Por isso, cada vez mais essas companhias dedicam-se ao monitoramento constante de grupos de interesse.

Identificar e gerenciar riscos é imperativo e o volume de novas informações de pessoas físicas e jurídicas, assim como a implementação de normas e regulamentações que são constantemente atualizadas, tornam as análises preventivas cada vez mais complexas e exigem uma gestão de compliance eficiente.

Além de evitar riscos, as instituições financeiras devem monitorar grupos de interesse como forma de ajudar no combate à corrupção — inclusive já há uma nova normativa neste sentido, a Circular 3.978 do Banco Central do Brasil (BACEN), que dispõe sobre novos procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLDFT) .

A importância de verificar riscos em seus grupos de interesse

As instituições financeiras são regulamentadas pelo Banco Central (BACEN) e precisam informar em seus relatórios quais clientes são PEPs (pessoas politicamente expostas) ou apresentam algum comportamento sugestivo à fraude, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores (Lei n. 9613) e suspeitas de financiamento ao terrorismo. Para uma análise completa, é importante também checar outros grupos de interesse, sejam pessoas físicas ou jurídicas, ligados aos clientes analisados, como seus sócios e parentes.

Outro ponto é que, além de precisarem aplicar procedimentos de análise, seleção e monitoramento, cabe a essas instituições comunicar ao COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) as suspeitas de irregularidades encontradas.

Análise proativa e reativa

Durante as análises iniciais de onboarding, o perfil do cliente é avaliado conforme seu grau de risco. Quando há algum indicativo negativo, é preciso acompanhar este perfil com uma maior periodicidade para evitar que a instituição seja exposta. Este acompanhamento pode ser feito de forma proativa ou reativa.

Em uma análise proativa, a instituição cria processos de monitoramento contínuo para perfis de risco, avaliando com frequência o status desse cliente (faz varreduras constantes em pontos que considera crítico, como movimentação financeira, listas internacionais, processo judiciais etc). Já a análise é considerada reativa quando a instituição volta a verificar o perfil apenas quando encontra algum sinal de possível irregularidade.

Em um processo eficiente de gestão de riscos, as análises devem ser sempre proativas, e, de preferência, automatizadas. Ou seja, deve-se ter ferramentas que possibilitem a automação das verificações, desde a análise prévia (Due Diligence) até o monitoramento contínuo dos clientes e de outros grupos de interesse.

Vale destacar ainda que cada instituição atua de forma diferente em suas políticas de risco e compliance. Assim, temos empresas mais conservadoras, que consequentemente, têm uma política de compliance mais rígida; e outras que são mais agressivas e menos restritivas em suas análises. Uma instituição pode preferir não fazer negócios com um cliente que tenha processos judiciais, por exemplo. Para outras, este critério não representa um impeditivo .

Tecnologia como aliada nas análises e nos monitoramentos de grupos de interesse

Já que citamos a automação como parte importante da análise e do monitoramento de grupos de interesse, temos que falar das novas tecnologia, que dão inteligência na hora de detectar e corrigir possíveis ameaças às instituições financeiras.

Já existem soluções de Big Data Analytics e <em>machine learning</em> que permitem que todas as informações e fontes pertinentes ao mercado financeiro possam ser analisadas e monitoradas constantemente, de acordo com as normas e políticas de compliance estabelecidas.

A automatização e a inteligência artificial tornam os processos de Due Diligence e acompanhamento contínuo dos todos os perfis de clientes (atuais e futuros) e de outros grupos de interesse mais ágeis e precisos, e contribuem para a mitigação de riscos. Consequentemente, dão escala às avaliações e, desta forma, ampliam a produtividade. Entre os principais benefícios da tecnologia para o compliance das instituições financeiras, podemos destacar:

  • Identificar estruturas societárias, grupos econômicos e beneficiários finais;
  • Analisar e validar informações e o contexto de pessoas, empresas, processos judiciais, processos extrajudiciais e listas internacionais;
  • Desvendar vínculos familiares, PEPs e grupos de risco;
  • Evidenciar e monitorar relacionamentos conflitantes e riscos entre pessoas e empresas ligadas ao negócio;
  • Monitorar de forma automatizada e contínua os grupos de risco;
  • Diferenciar os homônimos e encontrar a pessoa/empresa correta;
  • Armazenar dossiês e ter acesso aos dados de pesquisa necessários para comprovar a conformidade com prazos e regulações.

No artigo “Compliance e análise de novos mercados: usos da Plataforma Neoway por Bancos”, você pode conhecer e entender melhor o uso das soluções da Neoway por instituições financeiras.

Se quiser saber mais sobre como identificar e monitorar perfis de risco e grupos de interesse com eficiência, entre em contato com nossos especialistas e tire suas dúvidas.

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