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Transformação digital é chave para uso de dados e de Inteligência Artificial

Mais do que um conceito, a transformação digital se tornou um movimento que atrai empresas interessadas em rever processos, inovar e ganhar competitividade com a ajuda da tecnologia. “Tecnologia não é fim”, diz Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil. “Tecnologia é meio que precisa estar a serviço da estratégia de negócio da empresa”, completa. Em sua apresentação “Dados, Inteligência e Transformação Digital” no Data Driven Business, a executiva ressaltou a importância desta visão fazer parte da gestão de todas as empresas. “Não importa em que área de atuação você esteja, sua empresa é de tecnlogia. E ponto final”.

Para Paula Bellizia, por conta disso, um competidor pode vir de qualquer segmento. Mas, ao mesmo tempo, ainda há muito investimento em tecnologia por vir e o impacto nem começou. Neste cenário de transformação digital, o uso de dados e a Inteligência Artificial (AI) são ingredientes na estratégia para quem deseja ampliar seus mercados. Na opinião da comandante da Microsoft, o uso de dados só faz sentido se estiver alinhado à estratégia e visto como vantagem competitiva da empresa. “E qualquer negócio poderá tirar partido da Inteligência Artificial”, afirma.

Na apresentação para os 600 participantes do Data Driven Business, Paula Bellizia revelou que Microsoft também passou por uma transformação nos últimos anos. A empresa adotou novas rotinas para medir os negócios com base em dados. “Sabemos exatamente o que está acontecendo e não os gestores não precisam infernizar vendedores para buscar informações porque ela está online”, diz. “Dessa forma geramos ganhos na medição de marketing e redes sociais, com aumento na criatividade”.

Ponto central da transformação digital da empresa

O uso de dados é um ponto central na gestão das empresas em sua transformação digital e por isso, sugere Paula Bellizia, é essencial ter uma estratégia para utilizá-los como meio de ter vantagem competitiva. Isso significa usar análises mais avançadas, a partir de dados qualificados, para superar a concorrência. Ou, nas palavras da executiva, “o uso de dados é a única forma de ser eficaz na escala real e de trazer insights pro negócio”.

Como exemplo, Paula cita dados de uma pesquisa da consultoria BCG que mediu em média o impacto de ter uma estratégia de dados nas funções mais críticas da empresa. Ela destaca que o uso de dados mexeu diretamente com a área operacional com impacto entre 10% e 20% em termos de redução de estoque, melhora na logística, entre outros aspectos. No caso do marketing, registrou-se um aumento de 42% na geração de leads. “Ou seja, foi possível vender mais a partir de um processo escalável com base na gestão de dados”, destaca a executiva.

Diante de dados como estes, o contexto está claro, segundo Paula. “Mas a pergunta que mais ouço em relação aos dados é o que eu faço com isso e por onde eu começo”, diz. Além dessas, cita outras perguntas comuns de empreendedores sobre o assunto.

  • Como dados podem melhorar a experiência do cliente?
  • Como a estratégia investindo de dentro pra fora ou de fora pra dentro?
  • Contrato alguém?
  • Invisto em banco de dados?
  • Como temos dados para gerar inteligência?

Paula diz que o primeiro trabalho a ser feito, e que também é um desafio, é juntar todos os dados de uma forma organizada e começar a processá-los para que se tornem informações estratégicas. Não há falta de dados. Pelo contrário. “São muitas fontes de dados internas e externas, mas tudo espalhado, tudo solto, inclusive o que está dentro da sua empresa”, atesta a presidente da Microsoft.

Organize a casa para a Inteligência Artificial

Seguindo a trilha aberta pela transformação digital, Paula Bellizia é direta em afirmar que não há como ter inteligência artificial sem que os dados estejam organizados. “Temos aprendido nas conversas com os clientes da Microsoft que não adianta falar de Inteligência Artificial se não tiverem os dados organizados”, conta. Ela diz que é preciso “limpar a casa”, importar os dados e armazená-los de uma forma eficiente, de preferência, utilizando a nuvem. “É muito difícil manter isso organizado de uma maneira sustentável num servidor ou num data center”, ressalta.

Ela diz que investir em Inteligência Artificial é treinar a máquina e os algoritmos a partir de bases de dados que estejam organizados para que isso aconteça. Para ajudar, o poder computacional está disponível para resolver qualquer coisa. “É uma capacidade que antigamente, quando mesmo já se falando em AI, ainda não existia a estrutura adequada para lidar com a avalanche de dados!,relembra Paula. “Vivemos um encontro de forças muito poderoso e realmente a Inteligência Artificial será destaque nessa história, tendo os dados como combustível”.

Neste sentido, Paula conta que a Microsoft assumiu a missão de empoderar pessoas e empresas, tendo a Inteligência Artificial como mote. A ideia é democratizar a AI e torná-la uma aliada para tudo o que se fizer. Para atingir estes objetivos, dentro da Microsoft são 8 mil pesquisadores trabalhando só com Inteligência Artificial. Além disso, outros 140 mil desenvolvedores ao redor no mundo participando da criação de aplicações em AI. “Queremos ajudar a ganhar tempo para outras atividades, substituir tarefas repetitivas e aumentar a capacidade humana com AI”, finaliza Paula Bellizia.

Quer saber como fazemos na prática?

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